O candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou que o governo federal atuou para impedir que indícios contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparecessem no relatório da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS. A fala foi em entrevista ao vivo para o Poder360, nesta 4ª feira (02.set.2026).
Gaspar, que concorre na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi relator da comissão que investigou descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas. Segundo o candidato a vice-presidente, a pressão do governo incluiu liberação de emendas e articulação direta com congressistas para blindar o filho do presidente na investigação.
“O governo trabalhou intensamente e com todo o pacote de maldades possível para que eu não apresentasse no relatório os indícios contra o Lulinha”, disse o deputado. “Eu vi, senti na pele o quanto o Lula trabalhou liberando emendas, pressionando parlamentares para blindar o Lulinha da investigação.”
O relatório, elaborado pelo então deputado federal, foi derrubado por aliados do governo de Lula em 28 de março. Foram 19 votos contra e 12 a favor.
Gaspar tem 56 anos e está em seu 1º mandato como deputado federal.
