Nesta quarta-feira (2), o número de mortes decorrentes do surto de Ebola na República Democrática do Congo ultrapassou 3 mil, segundo dados do governo, enquanto a pior epidemia da história do país continua a se espalhar pelo nordeste do território.
O surto, causado pela cepa Bundibugyo do vírus Ebola, tornou-se o maior e mais letal da história do Congo após superar a epidemia de 2018-2020.
Agora, ele fica atrás apenas do surto ocorrido na África Ocidental entre 2014 e 2016, que infectou mais de 28.600 pessoas e matou mais de 11 mil na Guiné, na Libéria e em Serra Leoa.
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A doença pelo vírus Ebola é grave e frequentemente fatal; causa febre, dores no corpo, vômitos e diarreia, e é transmitida pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas, materiais contaminados ou pessoas que morreram em decorrência da doença, segundo os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças.
Este é o 17º surto na República Democrática do Congo desde a descoberta do vírus em 1976.
Em 15 de maio de 2026, o diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou que o órgão estava apoiando no controle de um surto de Ebola no nordeste do país.
