Ethan Pecora conta com uma equipe de 15 agentes especializados de inteligência artificial que o auxiliam em seu trabalho. Isso inclui ajudá-lo a gerenciar sua agenda, além de diversas tarefas relacionadas ao aplicativo de bem-estar mental que ele está desenvolvendo.
Além disso, seus trabalhos escolares.
A situação de Pecora pode parecer a de uma startup de tecnologia. Mas, na verdade, ele é um estudante do último ano da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, cursando administração e comunicação.
“Algumas pessoas chamam isso de segundo cérebro”, disse ele à CNN sobre seus agentes de IA. Porém, Pecora afirmou não gostar do termo porque “parece um pouco distópico”.
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A Universidade da Flórida vem incorporando IA em seu currículo desde 2022, antes mesmo da chegada do ChatGPT, graças em parte aos investimentos da fabricante de chips Nvidia, gigante do ramo.
A universidade afirmou que seu objetivo é ensinar os alunos a aplicar a tecnologia em todas as disciplinas, profissionalmente e em seus trabalhos acadêmicos, e não apenas nas áreas técnicas.
Os alunos já utilizaram IA para treinar chatbots que os auxiliam em provas e para catalogar passos de dança, ajudando os dançarinos a proteger sua propriedade intelectual.
