Resumo
O Conselho Nacional de Educação definiu novas diretrizes para o uso de inteligência artificial em escolas de educação básica e superior.
Novas regras proíbem IA na correção de provas e redações e impedem que detectores de conteúdo gerado por IA sejam usados para punir estudantes.
A IA deve ser incluída no currículo da educação básica para ensinar estudantes a identificar erros, buscar fontes confiáveis e analisar criticamente conteúdos.
O Conselho Nacional de Educação (CNE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), definiu novas diretrizes para o uso de inteligência artificial em escolas de educação básica e superior nesta terça-feira (01/09). Entre as mudanças, escolas ficam proibidas de usar IAs para avaliar trabalhos. Crianças da edução infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental também não poderão acessar as ferramentas diretamente.
Para valer, as novas regras, descritas nas Diretrizes Orientadoras da Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, precisam de homologação do ministro da Educação, Leonardo Barchini. Elas entram em vigor quando publicadas no Diário Oficial da União.
De acordo com o G1, as mudanças definidas pelo órgão serão aplicadas em todas as fases de ensino. Em geral, elas miram na maior agência dos professores e gestores sobre a produção e revisão dos conteúdos desenvolvidos em sala de aula.
