A Coalizão Prospera Brasil afirmou nesta 4ª feira (2.set.2026) que o varejo e a indústria defendem a igualdade de condições com as plataformas internacionais. Disse que o relatório da MP da taxa das blusinhas “não incorpora os principais alertas e propostas apresentados pelos setores econômicos brasileiros”.
“Apesar do setor ter tentado dialogar com o governo, ainda assim não foram escutados. O texto mantém o tratamento privilegiado às plataformas estrangeiras e desconsidera os impactos da medida sobre os empregos, a produção nacional e a concorrência no país”, disse a coalizão em nota. Eis a íntegra (13 kB - PDF).
A Coalizão Prospera Brasil representa entidades, empresas e sindicatos patronais em defesa da isonomia tributária e regulatória, da conformidade dos produtos e da fiscalização efetiva. A iniciativa atua por condições justas de concorrência, pela proteção dos consumidores e pelo fortalecimento dos empregos, dos investimentos e da produção nacional.
“A previsão de revisão dos impactos da medida a cada 6 meses também é insuficiente. O relatório não estabelece critérios objetivos, indicadores ou parâmetros claros para essa avaliação, nem define quais medidas poderão ser adotadas caso sejam identificados prejuízos à economia nacional”, afirmou a Coalizão Prospera Brasil.
