A Eneva acertou a venda da termelétrica Porto do Itaqui, em São Luís (MA), para a Diamante Energia, em uma operação que marca a saída da companhia da geração de energia a carvão. O negócio envolve uma permuta de participações societárias entre as duas empresas e ainda depende de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), além do cumprimento de outras condições previstas no contrato.
Pelo acordo, a Diamante assumirá 100% da Itaqui Geração de Energia, dona da termelétrica de 360 MW, enquanto a Eneva ficará com a totalidade da PPTM (Porto do Pecém Transportadora de Minérios S.A.), empresa atualmente controlada em partes iguais pelas duas companhias. Além da participação de 50% da Diamante na PPTM, a Eneva receberá R$ 400 milhões.
Pelo acordo, a Diamante assumirá 100% da Itaqui Geração de Energia, dona da termelétrica de 360 MW, enquanto a Eneva ficará com a totalidade da PPTM (Porto do Pecém Transportadora de Minérios), empresa atualmente controlada em partes iguais pelas duas companhias. A Diamante também pagará R$ 400 milhões à Eneva.
O contrato prevê ainda uma parcela contingente de até R$ 467 milhões, condicionada à eventual antecipação do início do contrato de reserva de capacidade de Itaqui conquistado no leilão de 2026.
A PPTM é responsável pela infraestrutura de transporte de carvão e outros granéis dentro do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará.
