Logo da Uber é visto nesta ilustração tirada em 5 de agosto de 2025.
REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração/Foto de arquivo
A Uber anunciou nesta quarta-feira (2) que irá cortar cerca de 3,3 mil postos de trabalho, ou aproximadamente 10% de sua força de trabalho, em uma reestruturação que pretende eliminar níveis hierárquicos de gestão, unificar equipes e reduzir custos.
Os cortes acontecem após um ano difícil para as ações da Uber, que caíram quase 8% e tiveram desempenho pior que o índice S&P 500.
Entre as preocupações dos investidores está o avanço de empresas de transporte autônomo, como a Waymo, que pode aumentar a concorrência com a Uber no mercado norte-americano.
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De acordo com seu relatório anual, a empresa contava com cerca de 34 mil funcionários em todo o mundo no fim do ano passado.
Essas seriam as maiores demissões da Uber desde maio de 2020, quando a empresa cortou cerca de 6,7 mil empregos, ou quase um quarto de sua força de trabalho, devido às restrições da pandemia, que afetaram drasticamente a demanda por serviços de transporte por aplicativo.
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Seguindo uma tendência mais ampla do setor de tecnologia de buscar estruturas mais enxutas, o CEO Dara Khosrowshahi afirmou que os cortes reduziriam a complexidade da organização, que vinha tornando a tomada de decisões mais lenta, e criariam funções mais focadas em coordenação.
Uber anuncia corte de 3,3 mil vagas em reestruturação da empresa
