Cerca de 1,5 mil candidatos das eleições de 2026 alteraram a lista inicial de redes sociais informada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número representa 7% dos 20,7 mil concorrentes registrados. Outros 2,7 mil candidatos, ou 13% do total, não declararam nenhum endereço na internet.
O levantamento é do jornal Folha de S.Paulo. A comparação considerou os dados do TSE entre 19 de agosto e as 15h de terça-feira, 1º. As mudanças não indicam necessariamente irregularidades. A legislação permite o registro de novos perfis durante a campanha.
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O TSE não se manifestou sobre o assunto, mas, em nota anterior, informou que a omissão ou o erro nas informações viola a legislação e pode resultar em multa. Além disso, esclareceu que os candidatos devem apresentar os dados no momento do registro.
Maioria dos candidatos ampliou a lista de perfis
Dos candidatos que fizeram alterações, 1,3 mil aumentaram o número de perfis. Outros 148 incluíram dados pela primeira vez e 28 reduziram a quantidade. A análise desconsiderou 168 nomes que entraram na lista depois de 19 de agosto por desistências, mortes, decisões judiciais ou substituições.
Três candidatos à Presidência alteraram os dados no período. Renan Santos (Missão) passou de 2 para 18 perfis. Wilson Grassi (Democrata) aumentou de 1 para 9. Lula (PT) passou de 22 para 23 registros, com a inclusão de um site.
