O Brasil registrou em julho recorde na produção de petróleo pelo 2º mês consecutivo, com a extração de 4,498 milhões de barris por dia. O volume representa alta de 13,6% em relação ao mesmo período de 2025, informou nesta 3ª feira (1º.set.2026) a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O avanço em relação a junho foi de 0,5%. Leia a íntegra dos dados (PDF - 6,6 MB).
O desempenho foi puxado pela produção do pré-sal, que respondeu por 82,4% da produção nacional de petróleo e gás natural. Os campos da região registraram produção diária de 3,72 milhões de barris de petróleo.
A Petrobras manteve a liderança nacional na produção. Considerando sua participação como consorciada, a estatal foi responsável por 3,9 milhões de barris de petróleo por dia. Em 2º lugar ficou a norueguesa Equinor, com 102,4 mil barris por dia, seguida pela Prio, que teve produção diária de 97,5 mil barris.
PRODUÇÃO DE GÁS AVANÇA
A produção de gás natural atingiu 214,97 milhões de m³ (metros cúbicos) por dia, alta de 12,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com junho deste ano, houve queda de 1,1%. Do total de gás produzido, 97,8% teve reaproveitamento por meio de reinjeções nos reservatórios, geração de energia ou entregas ao mercado.
Em julho, 66,12 milhões de m³ por dia ficaram disponíveis ao consumo, enquanto 4,67 milhões de m³ por dia foram queimados. A queima caiu 29,5% na comparação com o mês anterior e 14,8% frente a julho de 2025.
