Denunciado nesta terça-feira, 1º, pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por chutar um microfone posicionado à beira do campo no empate por 1 a 1 entre Palmeiras e Mirassol, em partida no último domingo, 30, no interior paulista, o técnico Abel Ferreira viu aumentar ainda mais a lista de causos envolvendo o seu histórico disciplinar.
Conhecido pelo estilo intempestivo durante as partidas, o novo ato de revolta o levou a ser enquadrado no Artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que pune condutas contrárias à disciplina ou à ética desportiva. Caso vá a julgamento e seja condenado, o treinador palmeirense pode pegar uma suspensão de um a seis jogos.
Desde a sua chegada ao Verdão, em outubro de 2020, Abel coleciona recordes para além das 11 taças conquistadas pelo clube - é o maior vencedor da história alviverde, tendo superado Oswaldo Brandão, que tem dez.
São 101 cartões - 87 amarelos e 14 vermelhos -, uma média de um cartão a cada quatro partidas. Segundo levantamento do site ge, ele também respondeu a 20 processos no STJD, sendo punido recentemente com seis partidas de suspensão em abril pelas expulsões no clássico contra o São Paulo e na partida contra o Fluminense, ambas válidas pelo Campeonato Brasileiro.
