O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez 133 reuniões sobre o El Niño de maio a 20 de agosto de 2026. O fenômeno pode causar falta de água no Norte e Sudeste e chuvas intensas no Sul. O Planalto lançou, em 29 de julho, um plano de R$ 1,3 bilhão para prevenção e mitigação dos efeitos do El Niño.
O levantamento leva em consideração todos os compromissos públicos que têm El Niño no título da agenda de 1º de janeiro de 2023 a 20 de agosto de 2026. Os dados são da Agenda Transparente, da plataforma Fiquem Sabendo.
O número de reuniões de integrantes do governo federal para tratar do tema neste ano é 7,3 vezes maior do que os 3 primeiros anos do 3ª mandato de Lula.
O principal motivo para essa diferença é a intensificação do fenômeno no período de 2026 e 2027. Só no Centro-Oeste, o governo colocou 399 cidades sob o alerta de incêndios florestais. São 23 cidades em alerta vermelho, 154 em laranja e 222 em amarelo. Segundo o governo, setembro e outubro devem concentrar o maior risco de incêndios na região.
OS ÓRGÃOS
O órgão que realizou o maior número de reuniões para tratar do tema este ano foi a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), com 20 encontros. A agência participou de agendas com ministérios e outras agências para analisar como o El Niño afetará regiões como o Nordeste e o Norte.
