Quase um ano após o assassinato de Charlie Kirk em uma universidade de Utah, um juiz deve decidir nesta terça-feira (1°) se o homem de Utah acusado de matar o ativista conservador irá a julgamento e se ele deve enfrentar a pena de morte.
Em uma audiência em Provo, Utah, o juiz Tony Graf decidirá se há provas suficientes para levar Tyler Robinson, de 23 anos, a julgamento e permitir que os promotores busquem a pena de morte pelo assassinato de uma das figuras mais proeminentes da direita americana.
Graf proferirá a sentença após até quatro horas de alegações finais. Caso considere haver indícios suficientes para um julgamento, uma audiência de instrução e julgamento poderá ser realizada em seguida, informou um porta-voz dos tribunais de Utah por e-mail. Robinson ainda não se declarou culpado ou inocente.
Os promotores acusaram o ex-aprendiz de eletricista de ter disparado o único tiro que matou Kirk, de 31 anos, enquanto ele debatia com estudantes na Universidade Utah Valley em Orem, em 10 de setembro de 2025.
A audiência de terça-feira ocorre após uma semana de audiências preliminares em julho, que contou com a presença da viúva de Kirk, Erika Kirk. Esperava-se que ela comparecesse à sessão de terça-feira.
Durante a audiência preliminar, os promotores apresentaram o que chamaram de provas “esmagadoras”, incluindo resultados de testes que supostamente mostram o DNA de Robinson na arma do crime.
