O mercado brasileiro de inoculantes tem mantido trajetória de crescimento em 2026, mas passa por uma dinâmica diferente da observada durante os períodos de expansão mais acelerada do segmento. A avaliação é do diretor comercial da Agrocete, Guilherme de Figueiredo.
Para ele, tecnologias já consolidadas, como as baseadas em Bradyrhizobium e Azospirillum, enfrentam maior competição e pressão sobre os preços, enquanto a adoção de novas soluções ocorre de maneira gradual.
Segundo o executivo, mesmo diante de um cenário onde o produtor enfrenta margens mais apertadas, a expectativa do setor é de que os investimentos em inoculação sejam mantidos. A leitura é acompanhada pela própria projeção da companhia para 2026, de crescimento de aproximadamente 10% em seus negócios de inoculantes em relação ao ano anterior.
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“O cenário sucede um período de forte expansão do setor e, embora esse mercado siga em crescimento, os produtos à base de Bradyrhizobium e Azospirillum passam por uma nova dinâmica. Nesse ambiente de maior pressão sobre preços e competitividade, o produtor deve dar maior importância ao planejamento, à escolha de tecnologias confiáveis e à busca por resultados no campo”, avalia Figueiredo.
