A ausência de Lionel Messi da Seleção Argentina a partir de agora tem muitos temas a serem abordados.
Nesta segunda (31), o craque anunciou que não vestirá mais a camisa da Albiceleste. O craque publicou uma mensagem nas redes sociais em que confirmou a decisão e afirmou que já não tem mais a oferecer à equipe nacional.
“Foi uma decisão que doeu e dói na alma, mas entendo que é o momento”, escreveu Messi.
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Será uma tarefa difícil para o técnico Lionel Scaloni (ou outro treinador, caso o treinador não renove seu contrato, que termina em dezembro) preencher a lacuna deixada pelo jogador que detém todos os principais recordes da história da Seleção Argentina (partidas e gols, para citar apenas dois exemplos específicos).
Mas além disso, ele é uma bússola moral em um vestiário repleto de estrelas, mas nenhuma com o brilho do camisa 10 nascido em Rosário.
Em termos de futebol, Lionel Messi parece insubstituível. Não é fácil ocupar o lugar de um jogador que dominou o mundo do futebol por 21 anos, desempenhando um papel crucial no retorno da Argentina à elite competitiva da qual havia caído após a final da Copa do Mundo de 1990.
Assim como a Argentina levou anos para responder à pergunta sobre quem seria o novo Diego Armando Maradona, agora surge a questão: quem será o novo Messi?
