O ministro Alexandre de Moraes determinou nesta terça-feira (1º) que as armas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sejam encaminhadas ao Comando do Exército, para "destruição ou doação a órgaos de segurança pública ou às Forças Armadas".
A decisão do ministro ocorre dias após a defesa do ex-presidente pedir para que ele pudesse transferir a titularidade, ou seja, repassar para alguém de sua escolha, o armamento apreendido pela Polícia Federal (PF).
A Procuradoria-Geral da República (PGR) já tinha se manifestado a favor do envio das armas para o Exército. Porém, a defesa não queria que essa determinação fosse definitiva.
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Moraes, no entanto, rejeitou a solicitação. No documento desta terça, ele decidiu que as armas devem ser enviadas para o Exército definitivamente.
"Considerando o atual estágio processual, não subsiste interesse na manutenção cautelar das armas de fogo para fins de persecução penal, circunstância que autoriza sua destinação ao Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro, para destruição ou doação aos órgãos de segurança pública ou às Forças Armadas, após a confecção dos respectivos laudos periciais", diz a decisão.
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Divulgação/PF
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