Foi um jogo dramático. 0 a 0 no primeiro tempo, no segundo, nas prorrogações. Não teve jeito. Foi para os pênaltis. Na quinta cobrança, o rival errou. E a Seleção Brasileira levou o título. Isso aconteceu em 17 de julho de 1994, quando o Brasil venceu a Itália e virou tetracampeão da Copa do Mundo. Em 2026, voltamos a enfrentar italianos numa final de futebol. E vencemos de novo. Só que, desta vez, foi nas “Olimpíadas de Robôs Humanoides” na China.
A segunda edição dos Jogos Mundiais de Robôs Humanoides, em Pequim, ocorreu na semana passada. No total, o evento teve disputas em 51 modalidades. E a seleção brasileira de robôs fez bonito no futebol.
Olimpíadas de Robôs Humanoides na China: Brasil traz título de futebol para casa
No campo, as máquinas precisaram identificar o ambiente, controlar os próprios movimentos e trabalhar em equipe. E o resultado não poderia ser melhor: o Brasil foi campeão do torneio das equipes internacionais, derrotando a Itália na grande final.
A seleção brasileira foi liderada por Flávio Tonidandel, pesquisador em robótica e vice-presidente da RoboCup Brasil. Em entrevista ao Olhar Digital, ele falou sobre um dos principais desafios durante o evento.
“Eram robôs nos quais a gente nunca tinha mexido”, disse Tonidandel. “Eram robôs novos, cedidos pela empresa Booster Robotics, responsável pelos robôs que jogavam futebol.
