Canhoto, dono de um talento inigualável e transformado ao longo dos anos para se tornar um líder incontestável, Lionel Messi deixa a seleção argentina como capitão e protagonista dos maiores momentos de alegria da história da ‘Albiceleste’.
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Aos 39 anos, Messi encerrou nesta segunda-feira uma trajetória de 21 anos com a seleção, marcada por derrotas dolorosas, uma aposentadoria “relâmpago”, um retorno triunfal, uma consagração há muito aguardada… E um romance eterno.
“Falta pouco, algumas etapas vão se encerrando e esta é uma que dói muito. Amo, amei e sempre amarei estar na seleção. Dei tudo, não tenho mais nada a dar e, além disso, estão surgindo jovens muito bons que merecem estar lá”, escreveu o astro no Instagram.
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O último capítulo foi a final da Copa do Mundo de 2026, com uma derrota para a Espanha por 1 a 0 no dia 19 de julho, três anos e sete meses depois do seu momento mais feliz: o título mundial de 2022, no Catar.
Messi deixa um legado imensurável para a Argentina, com números que parecem quase impossíveis de superar, tendo se tornado há muito tempo o jogador com mais jogos pela ‘Albiceleste’ (207).
