Atlético-MG e Cruzeiro disputam nesta terça-feira (1º) uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil, às 21h (de Brasília), na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG). Após o empate por 1 a 1 no jogo de ida, no Mineirão, um novo empate levará a decisão da classificação diretamente para a disputa de pênaltis.
Caso a vaga seja decidida nas penalidades, o retrospecto de 2026 aponta uma pequena vantagem para o Atlético-MG. Ao considerar todas as cobranças realizadas pelas duas equipes na temporada, incluindo disputas, o Galo tem aproveitamento superior ao do rival.
O Atlético-MG cobrou 12 pênaltis no ano e converteu dez, com 83,3% de aproveitamento. Já o Cruzeiro balançou as redes em sete de nove cobranças, um índice de 77,8%.
Retrospecto do Atlético-MG em 2026
O Galo chega ao clássico com duas experiências positivas em disputas por pênaltis na temporada. O clube levou a melhor em duas ocasiões pelo placar de 4 a 2, contra América e Ceará.
Pelo Campeonato Mineiro, contra o América, o Atlético-MG converteu quatro de suas cinco cobranças. O único a desperdiçar foi o zagueiro Junior Alonso. O goleiro Everson teve papel decisivo e defendeu duas penalidades.
O cenário se repetiu diante do Ceará, pela Copa do Brasil. O Atlético-MG novamente converteu quatro de cinco cobranças e venceu a disputa por 4 a 2. Dessa vez, Alexsander foi o único jogador atleticano a desperdiçar, e Everson pegou duas cobranças do adversário.
