Os aeroportos brasileiros registraram 69,7 milhões de embarques de passageiros de janeiro a julho de 2026, aumento de 5% ante os 66,6 milhões contabilizados no mesmo período de 2025. A alta foi mais intensa no Sul, que passou de 7,7 milhões para 8,3 milhões de embarques, e no Nordeste, onde o número de passageiros avançou de 11,9 milhões para 12,8 milhões. As duas regiões tiveram crescimento de 8%, o maior entre as 5 regiões do país.
Os dados são da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e consideram passageiros pagos e gratuitos que embarcaram em aeroportos de cada região. Os números medem embarques, e não passageiros únicos. Cada trecho é contabilizado separadamente. Assim, uma pessoa que sai do Centro-Oeste e faz conexão no Nordeste antes de viajar ao exterior, por exemplo, é registrada uma vez em cada região.
Os embarques em voos internacionais cresceram em ritmo superior ao do mercado doméstico. Foram 9,1 milhões de janeiro a julho de 2026, alta de 8% ante o mesmo período de 2025. Nos voos dentro do país, o número de embarques aumentou 4%, para 60,7 milhões.
Norte e Nordeste lideraram o crescimento internacional, ambos com alta de 27%. No Nordeste, o número passou de 488,7 mil para 618,3 mil. No Norte, subiu de 96.550 para 122,9 mil. As taxas elevadas partiram de bases menores: juntas, as duas regiões responderam por cerca de 8% dos embarques internacionais do país.
O Sudeste manteve ampla liderança em volume.
