A seleção brasileira está a 25 dias de voltar a campo após a traumática eliminação na Copa do Mundo de 2026. Naquela derrota diante da Noruega, pelas oitavas de final, o treinador Carlo Ancelotti não pôde contar com Raphinha, destaque do Barcelona e autor de dois gols na vitória catalã sobre o Rayo Vallecano, nesta segunda-feira, 31.
Excelente cobrador de pênaltis, o jogador, desfalque por lesão. certamente teria sido o escolhido para arrematar a penalidade perdida por Bruno Guimarães, ainda no primeiro tempo. No entanto, também agregaria em opções pelos lados do ataque. Ou até mesmo, quem sabe, jogando por dentro, em uma função que pouco mais de um mês depois seria incumbida a ele no Barça.
Raphinha é consolado por Vinicius Júnior enquanto deixa campo em Brasil e Haiti, pela Copa do Mundo - EFE/ Sebastiao Moreira
De olho na Copa do Mundo de 2030, Ancelotti pode vir a contar com o capitão culé nessa função para o novo ciclo. Atualmente, a posição de centroavante é disputada por nomes como Igor Thiago, Endrick, João Pedro, Matheus Cunha entre outros.
O ‘novo’ Raphinha do Barcelona
Raphinha é, de formação, um ponta. Mais especificamente, canhoto e veloz, foi bastante utilizado pelo lado direito quando surgiu para a primeira prateleira do futebol europeu. Com o tempo, especialmente no Barça de Hansi Flick, passou a atuar como um meia-atacante de ataque ao espaço, partindo de ambos os lados ou do corredor central, não mais colado às beiradas.
