Apenas 4% dos celulares em uso no Brasil possuem algum tipo de seguro, segundo dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) divulgados em 2026. O índice representa cerca de 10 milhões de smartphones protegidos e mostra o espaço que ainda existe para o crescimento desse mercado no país.
Entre os consumidores que possuem cobertura, as quebras acidentais são o principal motivo para acionar o seguro. Dados do Grupo PLL indicam que 61% dos sinistros de celulares processados pela empresa estão relacionados a danos acidentais, enquanto roubos e furtos correspondem aos 39% restantes.
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O cenário chama atenção porque o smartphone passou a concentrar uma série de funções essenciais na rotina dos consumidores. Além de comunicação, os aparelhos são utilizados para acessar bancos, trabalhar, armazenar documentos e utilizar diferentes serviços. Por isso, ficar sem o celular pode gerar impactos que vão além do custo para substituir ou reparar o dispositivo.
“O celular deixou de ser apenas um bem de consumo. Hoje ele concentra acesso a bancos, trabalho, documentos, comunicação e uma série de serviços essenciais. Quando o aparelho fica indisponível, o impacto para o consumidor vai muito além do valor do equipamento”, afirma Lucas Linhares, sócio-fundador do Grupo PLL.
