O milho spot em Chicago encerrou a semana passada com uma alta expressiva de 5,8% no período. No Brasil, o contrato da B3 com mesma referência seguiu em igual direção, fechando a R$ 71,50 por saca, incremento de 0,28%.
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Já no mercado físico, na região do Triângulo Mineiro, as cotações encerraram com referência de R$ 57,25 por saca. Relatório da Inteligência de Mercado da Grão Direto, o Grainsights, aponta os principais pontos que podem ditar os preços no curto prazo.
O que esperar do mercado
Contexto internacional: O mercado internacional de milho opera sob a influência da redução dos estoques finais mundiais para a temporada 2026/27. Nos Estados Unidos, a fase de enchimento de grãos transcorre com lavouras em condições boas ou excelentes abaixo dos níveis apontados no passado. “Essa piora na qualidade das lavouras norte-americanas, combinada ao corte de estoques globais, limita a pressão vendedora sazonal na Bolsa de Chicago e sustenta preços mais altos”, destaca.
Safrinha de milho: no Brasil, os trabalhos de colheita da safrinha 2025/26 entram na reta final, cobrindo cerca de 80% da área cultivada no Centro-Sul. Entretanto, chuvas frequentes durante a colheita no Paraná resultaram em lotes com umidade excessiva, provocando diferenciação nos preços e aplicação de descontos comerciais no mercado disponível regional.
