Aliados de Renan Santos (Missão) classificaram a decisão de suspensão da campanha como uma “vingança” do ministro Dias Toffoli. A avaliação foi apurada pela analista de política Isabel Mega, que conversou com interlocutores próximos do candidato após o anúncio da medida.
“Essa é a conexão que eles estão fazendo, com o fato de que Renan Santos foi uma figura bastante combativa em relação ao ministro Dias Toffoli”, afirmou Mega durante o CNN 360º desta segunda-feira (31).
A conexão feita pelos aliados remete a fatos do final do ano passado e início deste ano, quando Renan Santos participou de ao menos quatro manifestações organizadas pelo MBL (Movimento Brasil Livre), grupo que originou o partido Missão, em torno das denúncias.
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“Renan Santos foi até o Tayayá, o resort que colocou o ministro Dias Toffoli no epicentro do caso Master, com muito desgaste para o ministro e também para a Suprema Corte“, destacou Mega.
A analista relatou que, além do termo “vingança”, os membros da campanha de Renan Santos utilizaram expressões como “molecagem de Dias Toffoli” e afirmaram que o ministro estaria, neste momento, tentando “demonstrar força“.
