BRASIL - O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) defendeu, nesta segunda-feira (31), um ajuste fiscal com redução de supersalários, emendas impositivas e subsídios. Em entrevista à TV Jovem Pan, ele afirmou, porém, que ainda não é possível definir quais setores serão atingidos pelos cortes.
Caiado disse que, caso seja eleito, pretende realizar uma auditoria para identificar as áreas que poderão sofrer redução de gastos. Segundo ele, os dados públicos disponíveis atualmente são insuficientes para determinar antecipadamente quais medidas deverão ser adotadas.
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“Eu vou respeitar e reajustar a inflação [no salário mínimo], mas, em relação ao crescimento do PIB, eu só aceitarei despesas até 50%. E eu disse quais são as fontes que eu priorizaria para poder abaixar tudo isso: salários estratosféricos, só de emendas impositivas são mais de R$ 60 bi que temos hoje e programas que recebem incentivos fiscais, que você tem que saber se eles estão respondendo aos incentivos”, afirmou.
Caiado questiona dados públicos
Questionado sobre quais áreas poderiam perder subsídios, o candidato afirmou que não teria condições de apontá-las neste momento. Ele também disse que nenhum outro candidato poderia definir essas áreas sem antes analisar as contas do governo federal.
“Você tem aí uma situação obscura do governo [federal]. Você não tem noção do governo”, disse.
