Os planos dos presidenciáveis são similares nos aspectos óbvios e estratégicos das ações que são enfaticamente apontadas, ao longo de anos, pelas lideranças agro.
Porém, não vejo até agora, em nenhum desses planos, objetivos de como iniciar a condução do PIB desse complexo agroindustrial, que hoje movimenta cerca de US$ 600 bilhões, para novos números, como, por exemplo, uma meta de atingirmos a casa de US$ 1 trilhão num período de oito anos, em que estes quatro anos iniciais já delineariam de forma específica, objetiva e sustentável o crescimento desse movimento econômico-financeiro, a partir das potencialidades nas atuais cadeias produtivas agrotropicais brasileiras.
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E nas novas também, que deveremos e precisaremos criar, como, por exemplo, numa rede amazônica agroambiental e social com valor econômico, além do desenvolvimento do conceito de “terroir”, tendo como meta de negócios não apenas sermos o celeiro do mundo, mas, principalmente, supermercados, conquistando as mesas das populações mundiais.
O cooperativismo, da mesma forma, que já responde por cerca de 55% da produção agropecuária do país, exige ter um tratamento de Estado na sua importância para a solução de toda a agricultura familiar, bem como para dar dignidade aos assentamentos e comunidades indígenas.
