The Blood of Dawnwalker fez sua primeira aparição no comecinho de 2025 e, desde então, tem chamado muita atenção de fãs de RPGs, especialmente aqueles que adoram os jogos da CD Projekt Red. Afinal, uma parte da equipe do estúdio Rebel Wolves é formada por ex-funcionários da empresa que trabalharam tanto na série The Witcher como em Cyberpunk 2077, incluindo um dos diretores de The Witcher 3, que agora atua como o principal diretor de Dawnwalker.
Conhecido por se tratar de uma história de vampiro um pouco diferente e repleto de mecânicas interessantes e únicas, o game definitivamente parece promissor, então é claro que não perdemos a oportunidade de testá-lo com antecedência para contar tudo o que achamos na análise a seguir!
O caminhante da alvorada
O jogo não demora a nos colocar direto na história de Coen, um rapaz bonzinho que faz tudo por seus pais e irmãos, mesmo diante da praga que está tomando conta do reino de Vale Sangora. Enquanto tenta salvar sua irmã mais nova dos guardas que estão matando todos os infectados, nosso protagonista é surpreendido por Brencis, um vampiro antigo, e seus aliados. A criatura mata os guardas e dá seu sangue à menina, curando-a da doença sem a transformar em vampira, ou Vrakhir, como eles chamam essa espécie no game. Com isso, Brencis toma posse do reinado, espalhando seus próprios soldados pelas cidades e acampamentos, pedindo a lealdade dos cidadãos em troca de proteção e a cura de qualquer enfermidade.
