O técnico Fernando Diniz explicou a ausência de Carrillo no clássico contra o Santos, neste domingo, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo o treinador, o meio-campista apresentou edema na região posterior da coxa, que regrediu durante a semana, mas não reuniu condições consideradas seguras para entrar em campo.
“O Carrillo era uma possibilidade, mas se ele estivesse em condições plenas. Mas ele estava com uma dor na posterior que a gente resolveu preservar, porque ele vinha de uma sequência grande e durante a semana ele não estava seguro. E a gente já está com vários desfalques nesse setor do meio para a frente e a gente achou melhor preservá-lo para esse jogo. Mas não tem lesão muscular, mas tinha sinais importantes que a gente precisava respeitar”, afirmou Diniz.
O treinador reforçou que Carrillo não teve uma lesão muscular diagnosticada e que o edema regrediu ao longo da semana. Mesmo assim, a comissão técnica preferiu não correr riscos, principalmente diante dos outros desfalques que o Corinthians tem no meio de campo. Para o clássico, Diniz também não contou com André e Breno Bidon.
“Então, o Carrillo, assim, ele tinha condições antes… Mas o edema regrediu durante a semana, mas ele não reuniu condições, não estava seguro para jogar. Com o número de jogadores, ainda mais que a gente tem no Departamento Médico, principalmente no setor ofensivo, a gente achou melhor não arriscar com o Carrillo”, explicou.
