Em 31 de agosto de 1997, Diana, Princesa de Gales, morreu aos 36 anos após um acidente de carro em Paris. Naquele momento, ela já havia deixado de ser apenas um membro da família real britânica: era uma figura global, acompanhada por milhões de pessoas e reconhecida muito além dos limites da monarquia.
Vinte e nove anos depois, sua imagem permanece presente na cultura pop. Lady Di está nas séries e nos filmes, inspira coleções e tendências de moda, segue sendo tema de livros e documentários e até vira meme nas redes sociais. Seus looks são reproduzidos por jovens que sequer eram nascidos quando ela morreu, enquanto episódios de sua vida continuam sendo revisitados e apresentados a novas gerações.
Em 2026, novos exemplos mostram como esse interesse se mantém: uma exposição anunciada para novembro reunirá mais de 700 itens relacionados à princesa, enquanto seu irmão, Charles Spencer, lança em setembro “Swan Song: Diana, My Sister”, livro em que revisita a trajetória da irmã.
Mas como Diana conseguiu atravessar quase três décadas e continuar relevante para gerações que nunca a viram em vida?
Um ícone de moda que atravessou gerações
Parte da resposta está no guarda-roupa da princesa.
