BRASÍLIA - Após a realização da COP17, o Brasil passou a ser cobrado pela efetivação das metas de restauração ambiental assumidas pelo país. A expectativa é que os compromissos firmados no cenário internacional sejam transformados em ações concretas para recuperar áreas degradadas e ampliar a conservação dos ecossistemas.
A restauração ambiental é considerada uma das principais estratégias para enfrentar a degradação dos ecossistemas, recuperar a biodiversidade e contribuir para o equilíbrio climático. No Brasil, o desafio envolve ampliar as áreas recuperadas e garantir que as metas estabelecidas sejam acompanhadas por políticas públicas e recursos para sua implementação.
Compromissos precisam sair do papel
A cobrança ocorre em um momento posterior à COP17, quando países discutiram medidas voltadas à conservação da biodiversidade e à recuperação de áreas degradadas. Para especialistas e organizações ligadas ao meio ambiente, o cumprimento das metas depende da continuidade das políticas de restauração e de mecanismos capazes de acompanhar os resultados.
No caso brasileiro, a recuperação de áreas degradadas também está relacionada à proteção de recursos hídricos, à conservação da biodiversidade e à melhoria da qualidade dos solos. A implementação das ações, porém, exige articulação entre governos, setor privado, pesquisadores e comunidades.
