É impressionante como temos, constantemente, nos governos dos partidos de esquerda, que dirigem o país há cerca de 17 anos e meio, escândalos que contribuem para nos colocar entre os países mais corruptos do mundo, conforme dados da Transparência Internacional recentes. Entre 182 países, estamos na incômoda 108ª posição. Há, portanto, 107 países menos corruptos que o Brasil.
Rememoremos juntos alguns fatos desse período, atentos ao que diz o filósofo espanhol George Santayana: “Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.
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Tivemos, no primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o famoso Mensalão, apurado na Ação Penal 470 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A Suprema Corte condenou cúpulas partidárias e altas lideranças políticas do governo, incluindo o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o ex-tesoureiro Delúbio Soares, além de banqueiros e publicitários, por crimes como corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e peculato. Em relação a José Dirceu, tive dúvidas sobre a qualidade das provas.
Depois veio o escândalo do Petrolão/Operação Lava Jato (de 2014 em diante) que, revelado ao final do primeiro mandato e início do segundo governo de Dilma Rousseff, tornou-se a maior investigação de combate à corrupção da história do país.
A operação resultou no bloqueio e na devolução de bilhões de reais aos cofres da Petrobras.
