Dos 13 candidatos à Presidência, 7 aceitaram receber proteção da Polícia Federal durante a campanha eleitoral. Desde 20 de julho, a corporação mobiliza uma operação nacional de segurança aos nomes que vão disputar o Planalto em outubro. A ação vai custar R$ 95 milhões.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rui Costa Pimenta (PCO) e Hertz Dias (PSTU) foram os únicos candidatos que rejeitaram a proteção oferecida pela PF. Wilson Grassi (Democrata) declarou que não recebeu contato da Polícia Federal para discutir a oferta de segurança durante a campanha eleitoral.
Do total de candidatos, Samara Martins (UP) e Pablo Marçal (PRTB) foram os únicos que não quiseram informar se aceitaram ou não a proteção.
FLÁVIO BOLSONARO
O candidato do PL rejeitou a proteção da PF durante o período eleitoral. Pediu que os agentes que seriam colocados à sua disposição fossem destinados à investigação sobre fraudes contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social.
Flávio disse não confiar no diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Falou na possibilidade de agentes serem colocados em sua campanha com outra finalidade. Não apresentou elementos para sustentar a afirmação.
Sem a proteção da PF, o senador é assistido pela Polícia Legislativa do Senado.
