Acusada de viciar crianças e adolescentes nas redes sociais, Meta vai pagar indenização bilionária nos Estados Unidos
Jornal Nacional/ Reprodução
Acordo nos EUA reforça pressão sobre plataformas, acusadas de adotar modelos de negócios e interfaces que incentivam uso compulsivo por jovens e favorecem problemas psicológicos.
Vício, automutilação e suicídio estão entre alguns dos graves danos psicológicos associados à estratégia deliberada das redes sociais baseada em maximizar engajamento.
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Essa conclusão, endossada por decisões judiciais em todo o mundo, tem forçado plataformas como Facebook, YouTube e TikTok a olhar para além de seus lucros e reformular suas políticas de proteção a jovens e crianças.
A Meta, controladora do Facebook, por exemplo, registrou uma receita recorde de 196,2 bilhões de dólares (cerca de R$ 1 trilhão) com publicidade no ano passado.
Acusada de viciar crianças e adolescentes nas redes sociais, Meta vai pagar indenização bilionária nos Estados Unidos
Esse modelo de negócios enfrenta agora importantes obstáculos jurídicos e regulatórios, com a proibição de acesso às redes sociais para menores de 16 anos disseminada em vários países e uma crescente onda de processos judiciais, sobretudo nos Estados Unidos.
Por que governos têm tanta dificuldade para conter os danos das redes sociais
