A era de uma indústria petrolífera estatal, fechada, e das grandes nacionalizações de empresas ligadas aos hidrocarbonetos, ao grito de “Expropriem!” lançado pelo falecido presidente Hugo Chávez, parece ter chegado ao fim na Venezuela.
Ou, pelo menos, é o que parecem indicar as mudanças ocorridas no país desde a queda do presidente Nicolás Maduro, há quase oito meses, e que afetaram especialmente o setor petrolífero, grande parte do qual teria passado, nesta sexta-feira, para o controle dos Estados Unidos, segundo afirmou o presidente Donald Trump.
“Sob minhas instruções, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Guerra, Pete Hegseth, trabalhando em estreita colaboração com a muito respeitada presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, e por meio de uma aliança com empresas privadas, garantiram o controle majoritário dos Estados Unidos sobre mais de 65.000 MILHÕES DE BARRIS de reservas comprovadas de petróleo na Venezuela, sem nenhum custo para o contribuinte americano”, disse Trump nas redes sociais.
