Um estudo do Environmental Working Group revelou que fraldas podem liberar compostos orgânicos voláteis, ou VOCs, vapores liberados por tintas, corantes, adesivos e agentes branqueantes de cloro. Esses vapores podem causar irritação na pele e nos pulmões e reações alérgicas aos bebês.
Alguns COVs em fraldas estão até ligados ao câncer. Traços de acrilamida, que tem sido associada a vários tipos de câncer em doses altas em roedores, foram encontrados nas camadas internas das fraldas.
Indicadores de umidade em fraldas e lenços podem conter QACs, ou compostos de amônio quaternário.
Estudos laboratoriais e com animais na última década levantaram preocupações sobre os efeitos dos QACs na inflamação, nos sistemas imunológico e respiratório, nos hormônios reprodutivos e no cérebro em desenvolvimento.
“Compostos de amônio quaternário estão no caminho para serem a próxima grande história química tóxica, combinando elementos de PFAS, ftalatos e retardantes de chama”, disse Rebecca Fuoco, diretora de comunicação científica do Green Science Policy Institute, anteriormente à CNN. O instituto sem fins lucrativos, sediado em Berkeley, Califórnia, investiga produtos químicos nocivos.
Fraldas também podem conter ftalatos, que são plastificantes usados para aumentar a flexibilidade.
