As cobras da espécie Píton-birmanesa são um problema para a região dos Everglades, no sul da Flórida. Por se alimentarem de espécies nativas, como mamíferos, aves e répteis, esses animais causam um desbalanceamento no ecossistema. Para controlar o ambiente, cientistas locais, com financiamento do Distrito de Gestão de Águas do estado, implantaram “coelhos robôs” para reduzir os ataques às presas.
120 coelhos robóticos foram implantados para ajudar a localizar as cobras invasoras. Equipados com movimentos naturais e até cheiro, eles funcionam por meio de energia solar e monitoramento por câmera.
Eles atuam como isca, imitando os coelhos de verdade, e quando uma píton ataca, os rastreadores podem localizar o predador e removê-lo antes que se reproduza.
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Testes com coelhos de verdade
Um estudo de 2015 realizado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos, em parceria com a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida e a Universidade da Flórida, investigou o impacto de pítons invasoras sobre as fontes de alimento nativas.
Os pesquisadores soltaram 95 coelhos-do-brejo adultos em áreas dos Everglades.
