O ser humano detesta ficar de fora de alguma tendência e, com isso, surge o hype. Um grupo de pessoas começa a falar de algo, outras ouvem falar e também não querem ficar de fora. Ficam com FOMO, fear of missing out, o famoso medo de ficar de fora. Estamos acostumados a associar hype ao momento em que as expectativas correm muito à frente da realidade. Exemplos recentes são o hype do bitcoin, que indicava o topo de um ciclo, e normalmente quem entrava no hype perdia dinheiro logo em seguida. A mesma coisa aconteceu com as NFTs, metaverso, clubhouse…
Desde que a inteligência artificial generativa veio ao mundo, em novembro de 2022, com o ChatGPT, ela está no hype. Uma grande diferença que vejo entre o hype da IA e outros hypes de tecnologia é que, agora, o hype se torna realidade e muito rápido. Vamos ver o maior hype da IA de cada ano desde o seu lançamento, e eu gostaria que vocês observassem o quanto o ápice da tecnologia daquele ano hoje já é “mixaria”.
Em 2023, as pessoas começaram a usar o ChatGPT. A experiência era legal, mas o modelo ainda errava muito. As empresas ficaram desesperadas para aplicar IA generativa e surgiu uma enxurrada de chatbots que funcionavam a partir de dados internos.
