A inadimplência do crédito rural para pessoas físicas com recursos direcionados subiu de 7,5% em junho para 8,8% em julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Banco Central (BC). O percentual representa novo recorde da série histórica iniciada em março de 2011. No acumulado de 2026, a alta é de 2,2%, e, em 12 meses, de 4,3%.
No crédito rural para pessoas físicas contratado a taxas de mercado, a inadimplência avançou para 15,5% em julho, ante 13,1% em junho, dado revisado de 13,0%. No ano, a alta é de 3,4%. Em 12 meses, o avanço chega a 7,7%.
Nas operações a taxas reguladas, o índice passou de 3,3% para 3,7% entre junho e julho. No acumulado do ano, a elevação é de 1,0%. Em 12 meses, de 1,9%.
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O saldo da carteira de crédito rural para pessoa física no sistema financeiro, na modalidade com recursos direcionados, somou R$ 557,282 bilhões em julho. O volume representa queda de 1,0% em relação a junho. Na comparação com o início do ano, a carteira recua 0,2%. Em 12 meses, registra alta de 4,2%.
Entre as pessoas jurídicas, a inadimplência do crédito rural passou de 0,8% em junho para 0,9% em julho. Nas operações a taxas de mercado, o indicador oscilou de 1,1% para 1,2%. Já nas operações a taxas reguladas, permaneceu em 0,4%.
