One, a esfera de água que carrega o jogo nas costas
Em Fading Echo você joga com a One, uma jovem Lenda que consegue se transformar numa esfera viva de água. É essa forma que sustenta o jogo: mobilidade, combate e puzzle. Deslizar por canos, atravessar fendas, desabar sobre o inimigo, tudo passa pela mesma mecânica base e é impressionante o tanto de coisa que eles conseguiram tirar de uma ideia tão simples.
O cenário é Corel, um mundo que existe fragmentado em realidades diferentes, onde as regras de combate e os recursos disponíveis mudam de acordo com a versão da área em que você está pisando. O que faz a história andar é a Corrupção do Paradoxo, uma força que está destruindo Corel aos poucos, distorcendo a realidade e consumindo tudo pelo caminho. One entra nessa justamente porque carrega um poder raro o suficiente pra enfrentar isso e o tempo não está do lado dela. O objetivo central, pelo menos nas primeiras horas, é atravessar ilhas flutuantes cheias de inimigos e áreas à beira do caos para deter o avanço do Paradoxo antes que ele acabe com o que ainda resta do mundo. Maddock, apresentado como o líder dessa corrupção, não demonstra nenhum tipo de piedade nas aparições que vai tendo ao longo da campanha.
One não caminha sozinha nessa missão. Um pequeno grupo de aliados inusitados vai se juntando à jornada, cada um por um motivo diferente, uns por lealdade, outros carregando culpa e tem uns que não têm mais pra onde ir.
