O banco e corretora UBS BB manteve sua recomendação de compra para o Brasil no seu último relatório divulgado na tarde de quinta-feira (27), citando uma possível queda na Selic e benefícios adquiridos devido ao petróleo como justificativas para a manutenção da nota.
A empresa continuou apostando na posição “overweight“, avaliação considerada positiva e que recomenda a maior exposição a determinado ativo.
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Segundo o relatório, a América Latina continua sendo reduto de oportunidades entre os mercados emergentes. Analistas apontam que a região oferece valuations atrativos, exposição às matérias-primas e elevada participação do mercado doméstico.
E o Brasil, com 80% a 90% das receitas sendo produzidas internamente, depende menos de demandas externas do que demais mercados voltados à exportação. Por isso, para a corretora, o país segue com a recomendação.
Somado aos fatores atrativos, a agência ainda aposta no corte de 1,25 ponto percenrtual na taxa básica de juros Selic, que atualmente está em 14%.
Desde março deste ano, o Banco Central do Brasil tem cortado juros de forma cautelosa, a 0,25 ponto por sessão. A previsão do UBS BB vai em linha com o mercado que, no último Boletim Focus, mantiveram expectativa de uma Selic de 13,75% até o final do ano.
