Um relatório divulgado nos Estados Unidos, na quinta-feira (28), revela os bastidores do episódio que envolveu o helicóptero do presidente Donald Trump e um avião fabricado pela Embraer.
O Brasil foi notificado oficialmente sobre o incidente.
O NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes) americano informou em um relatório preliminar que ocorreram problemas de comunicação entre as frequências de controle de tráfego aéreo e o Marine One pouco antes de um avião comercial se aproximar demais do helicóptero que transportava Trump, durante a decolagem de um local temporário na Casa Branca, no início deste mês.
As sete páginas de conclusões - divulgadas no mesmo dia em que o controle de tráfego aéreo teve novamente dificuldades para se comunicar com o Marine One e precisou recorrer a outros helicópteros no ar para retransmitir mensagens - também continham detalhes sobre como as obras na Casa Branca contribuíram para o ocorrido.
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“Não havia trajetória livre de obstáculos suficiente para garantir a comunicação entre o transmissor/receptor de rádio e o Ellipse, de onde o Marine One estava operando temporariamente enquanto a construção estava em andamento na Casa Branca”, dizia o relatório.
O relatório afirma que o Marine One fez duas tentativas frustradas de contatar a torre de controle de tráfego aéreo do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington.
