A busca por maior produtividade aliada ao uso mais eficiente dos recursos naturais tem impulsionado o crescimento do mercado de bioinsumos e fertilizantes foliares. Além de elevar a eficiência da nutrição das plantas, essas tecnologias contribuem para reduzir perdas, aumentar a resiliência das lavouras diante de estresses climáticos e fortalecer práticas ligadas à agricultura regenerativa.
Segundo levantamento da CropLife Brasil em parceria com a FGV, o mercado global de bioinsumos pode atingir US$ 45 bilhões até 2032. No Brasil, a utilização dessas tecnologias cresceu 13% na safra 2024/25, acumulando taxa média anual de expansão de 22% nos últimos três anos.
Nesse cenário, a Yara vem ampliando sua atuação no segmento por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e expansão do portfólio. A empresa ingressou nesse mercado em 2006, com a aquisição da Phosyn, empresa britânica fundada em 1967 e pioneira em nutrição foliar e bioinsumos.
“Os desafios climáticos e a demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis têm impulsionado o mercado de bioinsumos e foliares. A transição global para fertilizantes cada vez mais tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da planta e do solo, não é apenas desejável, mas essencial. E poucas nações estão tão bem-posicionadas quanto o Brasil para liderar essa transformação”, afirma Raphael Martins, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Yara.
