O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) veiculou nesta 6ª feira (28.ago.2026) um vídeo de propaganda eleitoral no qual associa a produção do documentário “Lula”, dirigido por Oliver Stone, ao chavismo. A peça cita a atuação do venezuelano Maximilien Arvelaiz, produtor do filme e ex-embaixador da Venezuela no Brasil, e menciona empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ao país e relatos feitos em delação no âmbito da operação Lava Jato.
O material de campanha aponta que Arvelaiz, quando embaixador, teria intermediado repasses bilionários do BNDES à Venezuela durante as gestões de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. O vídeo afirma que os empréstimos nunca foram quitados e que o valor do calote ultrapassa R$ 10 bilhões.
🎥#Vídeo Flávio Bolsonaro @FlavioBolsonaro usa filme de Lula para ligá-lo ao chavismo
programa eleitoral (2min59) - TV
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Delações e pagamentos em espécie
A propaganda inclui trechos de coberturas televisivas sobre o levantamento do sigilo das delações dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, determinado pelo ministro Edson Fachin, então relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.
No vídeo, Mônica Moura relata que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a indicou para realizar campanhas eleitorais na Venezuela e que os pagamentos em caixa 2 eram intermediados por Arvelaiz.
