Ter diferentes investimentos na carteira pode parecer sinônimo de diversificação, mas a quantidade de ativos não conta toda a história. Quando eles estão concentrados no mesmo país, setor ou fator de risco, podem responder de maneira semelhante às mudanças do mercado. Diversificar envolve distribuir as exposições entre ativos e mercados com características e comportamentos distintos.
A ampliação das opções disponíveis ao investidor brasileiro tem facilitado esse movimento. A combinação de investimentos domésticos e internacionais permite acrescentar diferentes economias, moedas, setores e empresas à carteira. A exposição global não precisa substituir os ativos brasileiros, mas pode complementar a estratégia e diminuir a dependência dos resultados de um único mercado. E é possível investir em ativos internacionais sem sair do país, usando ETFs e ETFs globais. Com ETFs da BlackRock listados na B3, os investidores conseguem acesso à diversos países e regiões.
Índices ajudam a organizar a construção da carteira
Um ponto central para entender os ETFs, e tomar a decisão de investir ou não neles, são os índices, carteiras teóricas que reúnem ativos de acordo com critérios e metodologias definidos. Como a maioria dos ETFs acompanha um índice de referência estabelecido, o investidor consegue identificar quais ativos fazem parte daquele investimento e quais regras orientam a seleção desses ativos.
