Facebook, Instagram e WhatsApp, plataformas da Meta
Richard Drew/AP
A decisão da Meta de restringir o uso das redes sociais por adolescentes nos EUA mostra que as empresas têm ferramentas para proteger melhor os jovens na internet, afirmaram autoridades australianas nesta quinta-feira (27).
A declaração ocorre enquanto o país enfrenta dificuldades para aplicar restrições semelhantes em seu próprio território.
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O acordo de até US$18 bilhões da Meta com quase todos os estados dos EUA em relação aos danos causados pelas redes sociais aos adolescentes abriu uma nova frente na luta global dos governos para proteger as crianças e coibir o vício em plataformas como Facebook e Instagram.
Governos em todo o mundo estão tentando restringir o acesso de crianças a conteúdos online prejudiciais. A primeira proibição mundial do uso de redes sociais por menores de 16 anos aconteceu na Austrália, no final do ano passado.
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A ministra australiana das Comunicações, Anika Wells, afirmou à Reuters que as empresas de redes sociais “têm à sua disposição as ferramentas para proteger os jovens contra seus recursos viciantes, mas optaram por não utilizá-las”.
Além da multa, a Meta concordou em limitar o uso do Facebook e do Instagram por adolescentes por meio de um acordo com quase todos os estados norte-americanos.
A empresa é acusada de ter desenvolvido as plataformas de forma a estimular o uso compulsivo por crianças.
Acordo com a Meta nos EUA abre frente em luta global contra danos gerados por redes sociais
