Carro de patrulha da ICE procura imigrantes ilegais nas ruas dos Estados Unidos (imagem ilustrativa)
Octavio Jones/Reuters
O recorde de prisões de imigrantes efetuadas pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) foi puxado pela detenção de pessoas sem antecedentes criminais, que deu um salto nos últimos meses.
A informação faz parte de um levantamento do jornal americano "The New York Times" publicado na quinta-feira (27).
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O número de imigrantes detidos em prisões do ICE dos Estados Unidos bateu recorde e passou dos 60 mil, revelou o "NYT no último dia 11.
O jornal disse ter obtido documentos internos do ICE que comprovam o número recorde. Em contraste, em janeiro havia cerca de 39 mil pessoas mantidas em prisões destinadas a imigrantes.
A estatística decorre da intensificação da busca por imigrantes ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, e supera o recorde anterior, estabelecido também pelo republicano durante seu primeiro mandato, que foi de 55.654 imigrantes presos em agosto de 2019, segundo o jornal.
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O que tem acontecido nos últimos meses, porém, é o crescimento das detenções de imigrantes sem antecedentes criminais.
"A maioria dos imigrantes detidos em julho era composta por pessoas acusadas de violar leis civis de imigração, mas que não haviam sido denunciadas nem condenadas por crimes, segundo uma análise de dados federais recém-divulgados.
Detenções de imigrantes sem condenações criminais pelo ICE explode nos EUA, diz jornal
