A Comissão de Ética e Disciplina do São Paulo arquivou, nesta quinta-feira, a representação apresentada contra o presidente Harry Massis. O documento, protocolado no Conselho Deliberativo no final de julho por conselheiros da oposição, solicitava o afastamento liminar do dirigente e abertura de um processo disciplinar contra ele, que poderia culminar em sua expulsão do clube social.
Um dos principais fundamentos do pedido para o afastamento liminar de Massis era baseado no transfer ban sofrido pelo São Paulo no final de julho. O clube foi punido na Fifa no dia 21 de julho pelo não pagamento da primeira parcela, avaliada em 1,05 milhão de euros (R$ 6,2 milhões na cotação da época), da compra de Marcos Antonio junto à Lazio, da Itália.
Na decisão final da Comissão de Ética, o relator Milton José Neves Júnior apontou, porém, que o “objeto” da representação foi perdido após o pagamento feito pelo clube à Lazio e a consequente derrubada do transfer ban, o que ocorreu no dia 5 de agosto. Naquele momento, a representação ainda era analisada pelo órgão.
