O Pentágono realiza uma revisão sobre o posicionamento de tropas dos Estados Unidos na Europa. Entre os aliados da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), há a preocupação de que o processo resulte em cortes nas forças ou em penalização aos países que, na avaliação de Trump, não apoiaram os EUA na guerra com o Irã.
A analista de Internacional Fernanda Magnotta comentou o tema durante o CNN 360º desta quinta-feira (27). Ela lembrou que atualmente há cerca de 80 mil militares norte-americanos na Europa, e o processo em curso envolve pelo menos quatro grandes alternativas de remanejamento.
“Isso significa desde avaliação de bases, análise sobre direito de acesso, projetos de sobrevoo, planos de inteligência, envolve capacidades espaciais, cibernéticas, infraestrutura de guerra, várias coisas”, explicou a analista.
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Magnotta destacou que os quatro planos em avaliação refletem uma lógica consolidada desde a primeira administração Trump no trato com a aliança: a ideia do retorno sobre o investimento.
“O presidente Trump sempre foi muito cético com relação a esse tipo de arranjo e está, mais uma vez, reavaliando o que os Estados Unidos ganham em relação àquilo que provém para esse tipo de arranjo”, afirmou.
