Trump risca nome de Lago Ontário em mapa e o 'renomeia' como Lago América
O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB) notificou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para participar da investigação que apura um incidente envolvendo um helicóptero que transportava o presidente Donald Trump.
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O caso foi registrado em 4 de agosto, quando o helicóptero presidencial Marine One passou a pouco mais de 1,5 quilômetro de um avião comercial que havia acabado de decolar do Aeroporto Ronald Reagan, em Washington.
A distância entre as aeronaves ficou abaixo do padrão de separação previsto para esse tipo de operação.
Desde o ano passado, a FAA proíbe operações simultâneas de helicópteros e aviões na região do aeroporto de Washington.
No caso do incidente envolvendo Trump, o tráfego comercial deveria ter sido interrompido durante a decolagem do Marine One, mas isso não ocorreu.
As duas aeronaves seguiram os trajetos normalmente e pousaram em segurança. A Casa Branca afirmou que o presidente não esteve em perigo em nenhum momento.
Segundo o NTSB, o Brasil foi notificado para participar da investigação porque o avião envolvido no incidente é um Embraer E170, operado pela Envoy Air. A aeronave seguia de Washington para Pensacola, na Flórida.
A medida segue um padrão estabelecido pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI).
EUA notificam Brasil em investigação de incidente envolvendo helicóptero com Trump; entenda
