Um enxame de baratas gigantes pode parecer algo saído de um pesadelo, mas pesquisadores australianos afirmam que esses insetos podem ser usados futuramente por equipes de busca e resgate para entregar medicamentos destinados à pessoas presas após desastres.
Cientistas da Universidade de Queensland e da Universidade de Nova Gales do Sul desenvolveram baratas ciborgues paramédicas, apelidadas de “paraborgs”, equipadas com dispositivos de injeção em miniatura e câmeras.
Os profissionais esperam que os insetos possam ajudar a manter vivas as vítimas de terremotos e desabamentos de prédios, fornecendo assistência médica básica em espaços estreitos e cheios de escombros antes da chegada dos socorristas.
Febre de “Jingle do Osmarzinho”: saiba quem inventou a primeira mensagem publicitária cantada no Brasil
De padaria brasileira a império da esfiha: a história do Habib's após pedido de recuperação
Raio-X da Polícia Federal: como funciona equipamento que “enxerga” dentro das malas e encontrou mais de R$ 500 mil em aeroporto de São Paulo
Segundo os pesquisadores, baratas reais foram usadas porque nenhum robô conseguia igualar a agilidade desses insetos, além da resistência e do baixo consumo de energia.
No entanto, o estudo afirmou que seriam necessários mais testes para abordar os desafios que os operadores enfrentariam em aplicações reais, incluindo terrenos complexos, perda de sinal em estruturas colapsadas e segurança da injeção.
