Os preços do bezerro e do boi magro registram alta no mercado brasileiro em 2026. No entanto, o movimento é mais intenso entre os animais mais jovens, segundo análise divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
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De acordo com o levantamento, a oferta mais ajustada de animais, em meio à maior retenção de fêmeas, e a demanda consistente de recriadores e invernistas têm sustentado as cotações ao longo do ano.
Entre as categorias acompanhadas, o bezerro apresenta a valorização mais expressiva em 2026, com avanço que supera inclusive o registrado pelo boi gordo.
Já o boi magro também mantém preços firmes, mas acumula uma valorização mais moderada no período.
Alta do bezerro aumenta custo da reposição
A diferença no ritmo de valorização tem impactos distintos para os pecuaristas. Para quem compra bezerros, a alta mais acentuada representa maior desembolso para iniciar o ciclo de recria.
No caso do boi magro, o avanço mais contido das cotações, especialmente em comparação com o boi gordo, reduz a pressão sobre a relação de troca para os compradores dessa categoria.
O comportamento dos preços da reposição está relacionado ao atual momento do ciclo pecuário.
